
Dobrar as palavras com paciência, ternura e chibata faz do prático um alfaiate. Hoje mesmo escrevi ser Zé Ninguém. Um ninguém enfeitiçado, diria. As circunstâncias me tornaram gado de redemoinho selvagem. Vivo sem rumo, fato. Meus quereres foram desvarios. Enfim, neste aprumado devagar, melhor tomar rumo e falar do coração. Este testemunho é para falar da estrada. A estrada é o Grande Sertão....