quarta-feira, setembro 03, 2003
By Flávio Souza on quarta-feira, setembro 03, 2003
É clara e estrondante
É negra e angustiante
A dor que me punge
A alegria indizível
De me cantar em versos
Te mostrar em letras
Recolher meus restos
Nada tenho
Só me espanto
De em parcas linhas desgrenhadas
Ver o pó e a magia
Quando morro e renasço
Ao desenhar poesia
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