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sexta-feira, fevereiro 26, 2021

 





A Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão, a Asa, o Corpo, o Chão.....  a Asa, o Corpo, o Chão.













































Pedras, flores, plantas, corpo, pedras, mato, dança, asas, chão e rocha. A dança recorta as pedras, revoa o corpo, remexe as flores. O corpo se refaz na rocha, molda o mato, retorce o chão. Asas, pedras, flores na mão. A bailarina brinca, se esconde, retorce o tempo, é tez, emoção.





























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