by Flávio Souza Cruz

quinta-feira, junho 02, 2016



A fotografia é sempre um salto esperado em cenas inesperadas. Figurinos e cenários criam um teatro do possível fazer na incompletude. O mergulho no outro nesta aventura de olhos requer algo que vá bem mais além, no entanto. Demanda empatia e conforto. Como antes, brincamos de sol e sombra, de desvelo ao oculto naquele andar dos destroços. Poeira, fuligem e sombras em pedaços de salas e quartos. Mas brotaram poemas neste segundo rodopio. Não que outrora não os tivéssemos. Mas há um quê de alma atravessada em contos de vida nestas janelas aqui abertas. No primeiro ensaio, beleza e poder. Agora, abertura e alma, solidão e carinho, afeição da carne em meio à poeira das sombras. Mulheres com alma travestida na pele rabiscando letras de carinho guardado. Minha segunda visita as bravas mulheres da ocupação...

Projeto: Nok é Nagô: Zaika dos Santos





























































































































































































































































































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